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Térmitas


As térmitas são insetos sociais, que vivem em colónias constituídas por milhares, e até mesmo milhões de indivíduos. Há vários milhares de espécies de térmitas em todo o mundo. Certas espécies vivem geralmente debaixo de do solo, outras sobrevivem sobre o solo. As térmitas que vivem debaixo do solo chamam-se térmitas subterrâneas. Certas espécies consomem principalmente madeira antes de esta se decompor na natureza. Trata-se, por exemplo, de madeiras para aquecimento, mas também de madeiras em construções edificadas pelo homem. Estas espécies de térmitas subterrâneas são o alvo de Companhia Europeia de Desinfeções.
Atualmente, numa grande maioria de espécies de insetos conhecidos, os indivíduos vivem como insetos solitários. Só algumas espécies (3% aproximadamente) mostram uma organização em sociedade: as abelhas, as formigas, as vespas e as térmitas.
Embora sejam poucos em número de espécies, os insetos sociais representam, em biomassa, mais de 50% do peso total de insetos na Terra. Insto significa que a organização em sociedade lhes permitiu um maior desenvolvimento do que o dos insetos que vivem de forma individual.
Uma colónia de térmitas é composta por várias categorias de indivíduos, chamados castas. A organização em castas permite que a colónia se desenvolva. As castas de uma colónia de térmitas subterrâneas são: rainha, rei, soldados, obreiras, neoténicos, ou reprodutores secundários, reprodutores primários.
Cada casta garante uma função que lhe é própria no interior da colónia, e que serve para o bom desenvolvimento do todos os membros da colónia.Em tal colónia o rei e a rainha são os reprodutores da colónia, e os soldados defendem-na. As obreiras, por sua vez, garantem a maioria dos trabalhos domésticos, incluindo a procura e o abastecimento de comida. A alimentação da colónia pelas obreiras constitui o principal problema para as nossas construções.
Instalação - Interceptação

A primeira etapa do processo consiste na instalação de estações de iscos na zona de intervenção definida, especialmente nos sítios que favoreçam a presença dos térmitas. As estações de isco de jardim contêm elementos de madeira não tratados, chamados interceptores. As estações de isco são controlados com intervalos regulares, para se detetar o início do consumo dos interceptores por parte das térmitas. O isco pode ser colocado nas estações que não são de solo (no interior da construção) a partir do primeiro momento ou fase de instalação do sistema de controlo da praga.
Após a instalação das estações de isco, efectuamos uma primeira visita de inspeção num prazo que não ultrapassará um mês (fora do período invernal). Se as térmitas não tiverem sido interceptadas, efetua-se uma segunda visita decorridos 45 dias, depois decorridos 3 meses, no máximo, após a instalação.

Eliminação de colónias de térmitas

A fase de eliminação começa quando as térmitas são interceptadas na estação de isco de terra, jardim ou passeio, ou quando começaram a consumir o isco nas estações de isco interiores. Nessa altura, introduz-se o isco inseticida nas estações de isco de solo.A duração de fase de eliminação não pode ser definida de forma precisa (cerca de um ano). As visitas são efetuadas durante toda a fase de eliminação, com uma frequência que corresponda às recomendações gerais. Esta frequência varia em função de velocidade de consumo do isco pelas térmitas (aproximadamente de 6 em 6 semanas).
Quando o desaparecimento das térmitas é constatado no dispositivo e na zona que diz respeito ao contrato, deve-se notificar por escrito a constatação da eliminação da colónia de térmitas. Esta eliminação é demonstrada após um mínimo de três meses sem atividade (fora do período invernal).

Seguimento do local após eliminação


A vigilância do local fica garantida por uma duração de cinco anos, com início na data de instalação das estações de isco. Esta vigilância consiste em duas visitas anuais ao local tratado, depois de se ter constatado a eliminação.
Após os cinco anos o cliente pode optar por prolongar a garantia anual.

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