Ordem/Família:
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Nome Científico:
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Identificação
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Habitat
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Ciclo de Vida
São holometabólicos (desenvolvimento completo) e apresentam reprodução sexuada. Os ovos apresentam formatos variados e, quando em meio líquido, possuem estrutura especial para flutuação. As larvas geralmente são do tipo vermiforme e as pupas podem ser móveis ou imóveis.
Prevenção
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Perguntas e Respostas
Aedes (Stegomyia) aegypti (aēdēs do grego “odioso” e ægypti do latim “do Egipto”) é a nomenclatura taxonômica para o mosquito que é popularmente conhecido como mosquito da dengue, é uma espécie de mosquito da família Culicidae proveniente de África, actualmente distribuído por quase todo o mundo, com ocorrência nas regiões tropicais e subtropicais, sendo dependente da concentração humana no local para se estabelecer. O mosquito está bem adaptado a zonas urbanas, mais precisamente ao domicilio humano onde consegue reproduzir-se e pôr os seus ovos em pequenas quantidades de água limpa, isto é, pobres em matéria orgânica em decomposição e sais, o que as concede características ácidas, que preferivelmente estejam sombreados e no peridomicílio. É considerado vector de doenças graves como o dengue e a febre-amarela e por isso mesmo o controlo das suas populações é considerado assunto de saúde pública.
O Aedes aegypti é um mosquito que se encontra activo e pica durante o dia, ao contrário do Anopheles, vector da malária, que tem actividade crepuscular tendo como vítima preferencial o homem. O seu controlo é difícil, por ser muito versátil na escolha dos criadouros onde deposita seus ovos, que são extremamente resistentes, podendo sobreviver vários meses até que a chegada de água propicia a incubação. Uma vez imersos, os ovos desenvolvem-se rapidamente em larvas, que dão origem às pupas, das quais surge o adulto. Como em quase todos os outros mosquitos, somente as fêmeas se alimentam de sangue para a maturação dos seus ovos; os machos alimentam-se apenas de substâncias vegetais e açucaradas.
Subordens Nematocera e Brachycera
Esta ordem reúne as moscas, mosquitos, pernilongos, borrachudos etc. Possui cerca de 120.000 espécies, agrupadas em mais de 100 famílias e distribuídas em 2 subordens: Nematocera e Brachycera. O registo fóssil mais antigo encontrado de um representante dessa ordem data de 225 milhões de anos.
Descrição e Biologia
Os insectos da subordem Nematocera apresentam antenas mais longas do que o tórax e com mais de 6 segmentos: mosquitos, pernilongos e borrachudos; os da Brachycera possuem antenas curtas com menos de 7 segmentos e com uma arista no último segmento: moscas. Em geral, a cabeça é móvel, olhos laterais compostos e grandes, que ocupam grande parte da cabeça. Mesotórax geralmente desenvolvido. Possui o 1º par de asas membranosas com nervuras mais ou menos ramificadas, o 2º par de asas é atrofiado (halteres ou balancins) e auxilia no equilíbrio durante o vôo. Abdome com o 1º segmento bastante reduzido, fundido ao 2º. Este é transformado em genitália, que nas fêmeas de certos grupos são em forma de tubo. Pode apresentar dimorfismo sexual. Larvas e adultos têm hábitos bastante variados, podendo desenvolver-se tanto em meio aquático como terrestre, as larvas que vivem em meio terrestre se alimentam de matéria orgânica em decomposição, carcaças de animais mortos e excrementos. Já os adultos são geralmente terrestres e polífagos (alimentam-se de inúmeras substâncias), algumas fêmeas hematófagas. A maioria dos dípteros é de vida livre, existindo espécies parasitas na forma adulta.
Principais Espécies e danos
Existem dípteros de importância agrícola, médica e veterinária. Na médica, encontram-se mosquitos sugadores de sangue, vetores de doenças como a malária, febre-amarela, dengue, encefalite, etc. Assim como a mosca doméstica, que pode transmitir tifo e disenteria, e a mosquinha-lambe-olhos, que transmite a conjuntivite. Outra mosca de grande importância, mas que não ocorre em Portugal, é a Tse-tsé, causadora da doença do sono. De importância veterinária, temos a mosca-varejeira, a mosca-do-berne e a mosca-do-chifre.
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